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Smartmatic é reprovada em teste do TSE

A empresa Smartmatic – vencedora da licitação aberta pelo TSE – foi reprovada em um teste de impressão de voto realizado pelo próprio Tribunal. Segundo informações da Comissão de Assessoramento Técnico da Corte Eleitoral o “modelo de engenharia” apresentado pela empresa não atendeu às exigências do edital. O problema foram com os códigos QRs impressos, que apesar de terem sido lidos corretamente, resultaram em medidas que não atenderam às exigências do edital. O voto impresso é uma novidade prevista na minirreforma eleitoral, sancionada com vetos, em 2015, pela presidente cassada Dil
ma Rousseff. Segundo o TSE cerca de 30 mil urnas do novo modelo deverão ser utilizadas em 2018, mas não há definição das localidades em que elas serão utilizadas. A licitação gira em torno de R$ 65 milhões. No último dia 05, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, entrou com uma ação direta de inconstitucionalidade na Suprema Corte contra o registro do voto em papel, alegando que a reintrodução do voto impresso “caminha na contramão da proteção da garantia do anonimato do voto e significa verdadeiro retrocesso”. Num país onde se cria tecnologias que na prática vem colocando em dúvida a confiabilidade das eleições já realizadas, bem como as futuras, a impressão como forma de segurança se faz necessário, com certeza. Melhor prevenir e garantir do que dar margem para erros e eventuais dúvidas,

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